4º FEPARJ SAQUAREMA - RJ

4º FEPARJ SAQUAREMA - RJ

Saquarema, 25 a 27 de novembro de 2016

PROVAS COPA SANTOS DUMONT

CATALOGO DE PROVAS

1º Copa Santos Dumont de Paramotor

IMPORTANTE

  • Será fornecido aos competidores rastreadores, mapa oficial da área.
  • Proibido o uso de Celular e GPS durante as provas. O celular deve ser lacrado dentro de um plastico pelo Juiz.
  • Obrigatorio uso de Capacete, Radio e Reserva.
  • FREQUENCIA DE COMPETIÇÃO VHF 145.610
  • O competidor terá que utilizar o equipamento Vela e Motor durante todo o campeonato. Em caso de dano, pode trocar pelo mesmo equipamento identico. Ex: Quebrou o Motor Top 80, o piloto poderá trocar por outro top 80).

O QUE TRAZER

  • Os pilotos novos para a competição deve ter pelo menos 30 horas experiência de vôo para participar
  • Paramotor
  • Paraglider
  • Capacete
  • Reserve Parachute - embalado e pronto para montar
  • Vários conjuntos de baterias 3xAAA comuns para os Rastreadores trazidas pelos organizadores (ou 1 conjunto do tipo de lítio que duram muito mais tempo)
  • titular mapa Bloco de notas e canetas para sessões de informação
  • Cópia de Regras e Regulamentos deste site
  • Cópia do Catálogo de tarefas a partir deste site
  • Qualquer outro material pré-briefing relevantes de organizadores

ACONSELHAMOS

  • Um telefone móvel de base para tirar proveito do sistema de tarefas e de canselamento, que utiliza mensagens de texto ZAP.
  • Os telefones móveis com recursos de GPS ou de mapeamento não são aceitáveis ​​e devem ser selado quando realizada durante tarefas.
  • Bom suprimento de combustível em recipientes seguros adequados
  • Óleo de dois / quatro tempos
  • Marcador permanente fino para a marcação de mapas
  • Compasso para desenhar círculos
  • Régua para a marcação mapas
  • Bússola magnética
  • Oculos de sol
  • kit de primeiros socorros (se qualificado para usá-lo)
  • Câmeras fotográficas / vídeo carregadores que podem ser utilizados no local (rede fontes de energia será muito limitado)
  • Fita adesiva de reparo Glider e linhas de peças sobressalentes paramotor (por exemplo, velas de ignição, props)
  • Ferramentas
  • Abraçadeiras Fita isolante elétrico
  • Fita adesiva
  • Balaclava / luvas extras para tarefas

BRIEFING OFICIAL 

Quinta Feira às 19:00 horas - Local a confirmar.

Porém tudo deve ser baseado conforme o regulamento FAI - Section 10 - Anexo 4, para você piloto poder conhecer e treinar.

ARQUIVO DE PROVAS EM INGLES - CLIQUE AQUI

AUTORIDADE

Este catálogo de provas é para ser usado em conjunto com os regulamentos locais. A Parte Geral e da Secção 10 do Código Esportivo FAI deverá ter precedência sobre o texto de regulamentos locais e catálogo de tarefas, se houver ambigüidade.

PARA CLARIFICAR

Classes PF1, PF2, PL1 e PL2 são “Paramotores”

INDICE

AUTORIDADE
CLARIFICANDO
CONTEUDO

1. Introdução

1.1 INTRODUÇÃO
1.2 TIPOS DE PROVAS

2. Provas de Navegação

  1. 2.1  NAVEGAÇÃO PURA

  2. 2.2  NAVEGAÇÃO PRECISA 

  3. 2.3 CURVA DE NAVEGAÇÃO

3. Provas de Economia

3.1 PURA ECONOMIA
3.2 ECONIMIA & NAVEGAÇÃO
3.3 VELOCIDADE NO TRIANGULO E IDA E VOLTA

4. Provas de Precisão

4.1. POUSO DE PRECISAO
4.2. CURTO POUSO COM PRECISÃO 
4.3  POUSO BOLICHE
4.4  MENOR TEMPO CURCUITO DE PRECISÃO (‘Japanese slalom’)
4.5  MENOR TEMPO CURCUITO DE PRECISÃO (‘Generic slalom’)
4.6  TESTE DE VELOCIDADE DEVAGAR E RAPIDO
4.7  O OITO
4.7  PRECISÃO DE CONTROLE DE VELA
4.8  PRECISÃO DE CONTROLE DE VELA – GROUND HANDLING (KITE)

1. Introdução

1.1 Introdução

Este catálogo descreve as tarefas que podem ser estabelecidas na 1º Copa Santos Dumont de Paramotor. Ele inclui algumas novas tarefas que têm sido experimentadas de forma satisfatória em competições em outros países.

1.1.1 PRINCÍPIOS

O objectivo das funções estabelecidas no Competições clássico é emular do mundo real pilotar situações, testando as habilidades dos pilotos uns contra os outros de uma maneira que pode ser quantificados de forma simples e de forma justa, sem perigo para os pilotos. Voar tais tarefas deve ser uma experiência agradável. Assim, os princípios orientadores do campeonato 2017 no Brasil pode ser caracterizada por quatro palavras-chave que orientaram os campeonatos ao redor do mundo há muitos anos:

SEGURO - DIVERTIDO - SIMPLES - JUSTO

SEGURO
Seguro sempre, naturalmente, será primordial. Em 2015 se viu um número de fatalidades e acidentes graves, principalmente decorrentes de voar cursos de slalom em cada vez mais asas de alta velocidade. Para aqueles pilotos que aceitem assumir tais riscos, há uma classe FAI 1 de competições de slalom. Competições clássicas deve fornecer uma alternativa para estes, mantendo-se fiel ao espírito de inclusão no qual eles foram projetados, proporcionando uma mistura de seguro (e predominantemente up-wind) outras tarefas de precisão slalom e compõem cerca de 33% dos valores de pontuação . Tais tarefas também devem ser pontuados de acordo com fórmulas que não incentivam a tomada de risco perigoso.

DIVERTIDO
Voamos paramotores principalmente porque é divertido. Daqui resulta que, quando mais tarefas são percorridos em uma competição, é muito mais agradável para todos os pilotos, além de dar-lhes mais oportunidades para demonstrar plenamente as suas habilidades e ganhar medalhas. A Competição enfrenta um desafio difícil na definição de tarefas que são adequadamente complexo para testar os melhores pilotos do mundo, sem abrandar o ritmo de competição. Tarefas para diferentes classes podem e devem ser executados de forma independente, a fim de utilizar o espaço aéreo mais eficaz e maximizar as oportunidades para voar. Essas tarefas devem ser de comprimento suficiente para desafiar habilidades de piloto por ter que voar sobre novo e diferente terreno.

SIMPLES
Tarefas simples competição pode ser simples sem ser fácil. Há muitas tarefas listadas no anexo 4, muitos dos quais não foram efetivamente utilizados em competições FAI clássico por muitos anos. A fim de simplificar a competição, apenas três tarefas cada lado, de navegação e economia foram selecionados. Isto irá permitir briefings mais curtos, e reduzir o risco de confusão (especialmente quando a língua é uma barreira), triagem problemas, e longos atrasos para contagens para ser liberado.

JUSTO
É outro princípio central da concorrência internacional. As tarefas devem ser projetado principalmente para medir a habilidade do piloto e para minimizar elementos do acaso afetando o placar. Competições clássicas deve premiar os pilotos por ter um conjunto de habilidades equilibrada e voar equipamentos equilibrada. Isso leva o sentido do projeto para a aeronave. Em particular, é a natureza das competições clássicas para incentivar o desenvolvimento e a utilização de aeronaves que são ideais para todos os tipos de três tarefas: precisão, navegação e economia.

1.2 Tipos de tarefas

1.2.1 Gerais

Estão divididas em três categorias:

A Planeamento de voo, navegação estimada tempo e velocidade. Sem limitação de combustível.

B Economia de combustível, velocidade e tempo com  combustível limitado.

C Precisão

A proporção de cada tipo de tarefa a ser utilizada é de 1/3: 1/3: 1/3, como indicado na  S10, 4.29.3 variações.

Qualquer tarefa pode ser definida mais de uma vez, seja idêntica ou não.

Distâncias deve ser tão longo quanto possível referindo-se a autonomia maxima recomendado para a aeronave de competição indicado no S10 4.17.7. (aeronaves concorrentes nas classes AL, WL e GL deve ter uma autonomia sem correntes de ar não inferior a 250 km. Classes WF, PF e PL deve ter uma autonomia sem correntes de ar não inferior a 100 km.

Em qualquer tarefa que exige pré-declaração de velocidade ou o tempo decorrido o director pode configurar portas ocultas através do qual o piloto faria se voar na trajectória de voo correto.

O director pode fixar um prazo para a conclusão de uma tarefa, além de a última vez que o pouso.

Onde há Pilões de 2m definidos para a prova, a critério do Diretor de Competição podem ser substituídos por 8 ou 12m pilões infláveis.

2. PROVAS DE NAVEGAÇÃO

2.1 PURA NAVEGAÇÃO

Objetivo
Esta é uma tarefa limitada no tempo em que o piloto deve pilotar um curso de sua escolha a partir de uma determinada matriz de pontos por sua vez, , com o objetivo seja para recolher tantos pontos quanto possível, por sua vez, ou para cobrir a maior distância possível dentro do limite de tempo. O piloto deve cruzar um portão de início e término portão para a tarefa, e também pode ser obrigado a passar particulares portões intermediários durante a tarefa, conforme especificado no briefing. Não há elementos pré-declaração. A menos que informado de outra forma, os pilotos irão realizar um lançamento livre de seu deck designado.

Pontuação

Ponto do Piloto = 

De acordo com o briefing;

NBp = Numero de pilões coletados durante a prova

NBmax = Número máximo de pilões que podem ser coletados na prova.

OU

NBp = distancia maxima que o piloto voou durante a prova

NBMax = numero maximo de distancia que pode ser voada

Pouso

Depois de atravessar FP (Ponto Final), os pilotos irão proceder para o pouso. A menos que informado de outra forma no briefing, todos devem realizar o pouso no local designado. Após o pouso entregar imediatamente os rastreadores de GPS para organização para apuração.

2.2 NAVEGAÇÃO PRECISA

Objetivo

Voo em um circuito com uma velocidade constante em cada perna, estimando tempos de chegada

para pontos por sua vez conhecidas.

Planejando

Um circuito será definido por um início - START (SP) e ponto FINAL (FP), com um pequeno número de pontos intermediários, por sua vez chamados de Pilões ou TURN POINTS (TP). Todos os pontos de volta será conhecido antes da descolagem. Pernas entre pontos consecutivos será, normalmente, segmentos rectos, mas alguns deles podem também ser arcos de circunferência bem definido. Como uma ajuda adicional, o organizador pode também dar o comprimento de cada perna.

Os pilotos receberão a coleção de Pilões e um especificado tempo para planejamento (PT) para planejar individualmente. PT para cada piloto será publicado com antecedência.

Os pilotos irá preencher uma folha de declaração indicando os seus tempos de chegada prevista para cada turno ponto do circuito, incluindo o ponto de chegada. Os tempos estimados será dado em segundos, contados a partir SP. O planejamento pode ser feito em quarentena, ou não, de acordo com o briefing. Os pilotos vão entregar a sua declaração a um marechal antes da descolagem.

Uma variante dessa tarefa pode ser levado em que nenhum pré-declaração é feita pelos pilotos. As velocidades de cada perna (usado em marcar as portas de tempo ocultas) serão calculados a partir de seu tempo de chegada nos pontos de volta (como indicado pelo rastreador de GPS).

Decolagem

O director pode optar em marcar um horário para a decolagem, ou permitir que os pilotos decolem imediatamente depois de entregar a sua declaração ao chefe de pista. A menos que informado de outra forma durante o briefing, os pilotos irão realizar sua decolagem livremente do local designado.

Voo

Após a decolagem, os pilotos vão voar ao ponto de partida (SP), onde o tempo se inicia. Eles irão voar cada perna a uma velocidade constante que deve ser coerente com as suas declarações. A velocidade em cada uma das pernas pode ser diferente, mas deve ser constante ao longo de cada perna.

Haverá um número indeterminado de portões de tempo escondidos ao longo das pernas.

Haverá um pequeno bônus para a velocidade ao longo de todo o curso, que podem incluir o tempo de planejamento se informado. Navegação termina no ponto de chegada (FP).

Pouso

Depois de atravessar o ponto de chegada (FP), os pilotos devem pousar. A menos que durante o briefing seja informado o cotrario, os pilotos devem pousar na área delimitada.

Após o pouso devem colocar seus paramotores em um local seguro e entregar imediatamente seus rastreadores para apuração.

Pontuação: FAI - Section 10 - Anexo 4,

2.3 NAVEGAÇÃO EM CURVA

Objetivo
Precisamente voar no curso definido por uma linha arbitrária desenhado no mapa, com estimativas de tempo e um tempo
limite.
Planejamento
Um curso será definido por uma partida (SP) e pontos de acabamento (FP) e uma linha traçada num mapa, com um pequeno número de portas de tempo intermédios (TG). Todos os pontos TG será conhecido antes da descolagem.
Os pilotos irá preencher uma folha de declaração indicando os seus tempos de chegada prevista para cada TG no circuito, incluindo o ponto de chegada. Os tempos estimados será dado em segundos, contados a partir SP. Planejamento pode ser feito em quarentena, ou não, de acordo com o briefing. Os pilotos vão entregar a sua declaração a um marshal
antes da descolagem.
Descolar
Os pilotos devem entregar sua folha de declaração ao marechal antes da descolagem. A menos informadas de outra forma, pilotos irá realizar um lançamento livre de seu deck designado.
Voo
O tempo vai começar quando a aeronave cruza o ponto de início. Em seguida, os pilotos vão voar precisamente o percurso tentando cruzar os portais de tempo, a fim de seus tempos estimados. Navegação e cronometria final no ponto de chegada.
Haverá um número indeterminado de portões escondidos para validar o curso. Portões devem ser cruzados em ordem e direção correta. Cruzando a mesma porta mais de uma vez em qualquer direção invalida a portão. Exemplo: A sequência 1-2-4-3-5-6-5-7 será avaliada como 1-2-4-6-7, um total de cinco correcta portões.
Tempo será medido em cinco portais de tempo conhecidos (TG) e comparados com declarações piloto. Se uma vez portão é atravessada mais do que uma vez, o tempo vai ser extraído a partir da primeira passagem. Haverá uma pequena bônus de velocidade ao longo de todo o curso, que podem incluir o tempo planejando se informado.

Pontuação= FAI - Section 10 - Anexo 4

Penalidades específicas da Prova

  • Até 100% penalidade para o voo na direcao oposta, conforme definido no briefing.
  • 20% penalidade por um atraso excessivo entre a descolagem eficaz e atravessar o ponto de início.

2.4 FORMULÁRIO DE DECLARAÇÃO DE PROVA DE NAVEGAÇÃO

Vai ser fornecido durante a competição

3. Provas de Economia

3.1 PURA ECONOMIA

Objetivo
Descolagem com uma quantidade medida de combustível e permanecer no ar durante tanto tempo quanto possível e retornar para o convés.
Regras especiais
- Livre de decolagem dentro da janela de tempo.
- Voar fora da área de vôo permitido definido no briefing incorrerá penalidades.
- Posar fora do limite do aeródromo: Pontuação zero. Pousar dentro do limite aeródromo, mas fora da area de pouso: 20% de pena.
Pontuação= FAI - Section 10 - Anexo 4

3.2 ECONOMIA E NAVEGAÇÃO

Objetivo
Esta é uma tarefa com combustível limitado em que o piloto deve voar um curso de sua escolha a partir de uma determinado catalogo de pontos (pilões), o objetivo é recolher tantos pontos quanto possíveis, e ainda, para voar a maior distância possível, se ainda possuir combustível suficiente para retornar para a área do convés de decolagem. O piloto também pode ser obrigado a passar por certos portões (pilões) intermediários durante a tarefa, conforme especificado no briefing.

Regras Especiais

- Decolar fora da regiao delimitada: Pontuação Zero.

Pontuação= FAI - Section 10 - Anexo 4

3.3 TRIANGULO COM VELOCIDADE E BATE E VOLTA

Objetivo

Com o combustível limitado, para voar em torno de um circuito no menor tempo possível e, em seguida, com o restante da mosca de combustível do piloto em um dada direcção, tanto quanto possível, e retornar para o convés.
Descrição

The fuel quantity allowed will be defined in the briefing.

Part 1: Speed; This is an imposed course with a start gate and a finish gate used for timing.

Part 2: Distance; The pilot then flies in a direction either imposed or of their choosing (as specified in the briefing)

to a point of pilot choice and returns to the deck.

Regras Especiais

- Land out before completing part 1: Score zero.
- Land out before completing part 2: Score zero for part 2.
- Failure to takeoff or land entirely in the deck: 20% penalty.

Pontuação= FAI - Section 10 - Anexo 4

4. Tarefas de Precisão

4.1. PRECISÃO DE PRECISÃO

Objetivo
Pousar o mais próximo possível do alvo, com o motor desligado.

Descrição
Essa tarefa normalmente é conduzida como parte do processo de pouso após a outra tarefa ter sido concluída. O piloto sobe pelo menos 500 pés acima do alvo, desliga o motor e tenta fazer um primeiro contato o mais próximo possível do centro do alvo, que consiste em:

- Uma série de círculos concêntricos para os graus PF1 e PF2.
- Um grupo de tiras paralelas de 5m para os graus PL1 e PL2.

Regras Especiais
- O circuito será voado como detalhado nas instruções.
- O primeiro toque do pé do piloto no chão  (PF) ou das rodas da aeronave (PL)  é o momento em que se iniciará a pontuação. O primeiro toque na linha marca a pontuação máxima. Quando mais que uma das rodas da aeronave toca simultaneamente, o ponto escolhido é em favor do piloto.
- Não haverá penalidade se qualquer parte da aeronave tocar o solo antes do primeiro toque de pontuação dos pés ou das rodas desde que uma boa aterrissagem seja realizada como descrito em S.10 A3, 3.3.5.
- Os competidores terão a pontuação zerada quando:

  • O motor não parar antes do portão.
  • Não passar corretamente pelo portão.
  • Cair como resultado do pouso.

1ª Opção de Pontuação: sem normalização: 
O piloto pontua diretamente de acordo como onde eles fizeram o primeiro toque no solo, como indicado pelo diagrama.
2ª Opção de Pontuação: com normalização:
Pilot score = 250 x ( Np / Npmax)
Onde
Np = a pontuação do piloto de acordo com o local onde ocorreu o primeiro toque no solo.
Npmax = a pontuação máxima de qualquer piloto.

  • 25cm diametro; 250 points
  • 2m diametro; 175 points
  • 4m diametro; 100 points
  • 6.50m diametro; 50 points
  • Fora do Alvo: 6.50m diametro; pontuação zero

4.2. PRECISÃO DE POUSO CURTO

Objetivo
Pousar com o motor desligado o mais próximo possível do alvo, e paralisar completamente dentro de uma distancia especifica. 

Descrição
Esta tarefa é, normalmente, conduzida como parte do processo de pouso após outra tarefa ter sido concluída.
- Uma série de circulos concêntricos pra os graus PF1 e PF2.
- Um grupo de tiras paralelas de 5m para os graus PL1 e PL2.
Assim que o piloto fizer o primeiro toque para pontuar ele deve vir a uma paralisação completa dentro de um limite de parada. Isso vai ser definido por:
- Um círculo de 13 metros de diâmetro centralizado no alvo para PF1 e PF2.
- Uma linha paralela às tiras de alvo, uma distancia adequada contra o vento (a ser definida nas instruções), para PL1 e PL2.
Uma paralisação complete será contada se ambos os pés estiverem dentro do limite para as classes PF e todas as rodas dentro do limite para as classes PL. A asa pode sobrevoar o piloto e pousar fora do limite que não haverá penalidade.

Regras Especiais
- O circuito a ser voado será definido nas instruções.
- O primeiro toque dos pés do piloto no solo (PF) ou pelas rodas da aeronave
(PL) é o ponto do qual a pontuação do piloto irá se originar. O primeiro toque na linha marca a pontuação máxima. Quando mais que uma das rodas da aeronave toca simultaneamente, o ponto escolhido é em favor do piloto. 
- Não haverá penalidade se qualquer parte da aeronave tocar o solo antes do primeiro toque de pontuação dos pés ou das rodas desde que uma boa aterrissagem seja realizada como descrito em S.10 A3, 3.3.5. 
- Os competidores terão a pontuação zerada quando:

  • O motor não parar antes do portão.
  • Não passar corretamente pelo portão.
  • Cair como resultado do pouso. 
  • Falhar em paralisar completamente dentro do limite de parada.

1ª Opção de Pontuação: sem normalização: 
O piloto pontua diretamente de acordo como onde eles fizeram o primeiro toque no solo, como indicado pelo diagrama. 

2ª Opção de Pontuação: com normalização:
Pilot score = 250 x ( Np / Npmax)
Onde
Np = a pontuação do piloto de acordo com o local onde ocorreu o primeiro toque no solo.
Npmax = a pontuação máxima de qualquer piloto.

4.3 POUSO BOLICHE

Objetivo
Terreno com o motor desligado, derrubar o maior numero de pinos possíveis.
Descrição

  • 5 ou mais pinos são colocados ao longo de uma linha no vento na área de desembarque em comum intervalos entre 1 e 2 m.
  • Os pinos são 50 cm de altura para as classes PF e 100 cm de altura para as classes PL e eles são cobertos por espuma densa. Pinos será simplesmente de pé no chão. Um pino é considerado atingido quando quando ele é derrubado.
  • Os pilotos vão voar para 500 pés e desligar o motor antes de cruzar um portão informado.
  • Eles vão voar um mínimo de 60 segundos e vai tentar bater como muitos pinos possível antes de tocar o chão. Cada pino derrubado antes de tocar o solo é pontuada como um ataque bem sucedido.

Marcando a opção 1 (sem normalização):
PLD = 50 pontos para cada hit pin (máximo de 5 pinos / 250 pontos utilizados para essa opção de pontuação)
Marcando a opção 1 (com normalização)

Pontuação = FAI - Section 10 - Anexo 4

4.4 CIRCUITO DE PRECISÃO NO TEMPO MAIS CURTO (“Slalom Genérico”)

Objetivo

Acertar um número de alvos estabelecidos em determinada ordem no menor tempo possível.

Nota: Neste catalogo de tarefas o "Pylon Square", usado no FAI Competições de Slalom foi removido - variações do mesmo ainda podem ser utilizados, descritos como um "Slalom genérico".

Descrição

São estabelecidas entre 2 e 12 alvos em um percurso que não excede 3km de comprimento. Os alvos podem ser varas ou portões de cronometragem eletrônica. Podem ser também alvos intermediários como pilões infláveis de no mínimo 8m.  O piloto entra no percurso em vento e bate no alvo 1. Neste momento, o relógio começa. O piloto voa então por todo o percurso para atacar todos os outros alvos em ordem estabelecida, um strike no ultimo alvo para o relógio.

Regras Especiais

- Um strike no alvo 1 começa o relógio, um strike no último alvo pára o relógio.

- Se qualquer parte da aeronave tocar em um pilão inflável: pontuação zerada.

Pontuação

Tpen = Tpil+mvpen
Q = (Tbest/Tpen)

Onde

Tpil = o tempo medido do piloto (segundos)
m = o número de alvos perdidos
vpen = o tempo penalizado por cada alvo perdido (em segundos)
tpen = o tempo dos pilotos (após as penalizações pelos alvos perdidos)
tbest = o melhor tempo (após as penalizações pelos alvos perdidos)
Q = o valor da tarefa antes da normalização

4.6 VELOCIDADE RÁPIDA E LENTA

Objetivo

Voar o percurso o mais devagar possível e depois o mais rápido possível para demonstrar uma gama ampla de velocidades possíveis.

Descrição

Um percurso lento, que consiste em quatro “kicking sticks” igualmente espaçados entre 150m e 300m de comprimento é colocado para fora de uma linha reta. Um percurso rápido de comprimento semelhante e constituído por um portão de inicio e um portão de acabamento alinhado ao percurso lento também é colocado para fora das proximidades. Esses portões serão portões de cronometragem eletrônica. Ambos os percursos são definidos aproximadamente no vento. O piloto faz uma passagem cronometrada ao longo do percurso lento, retorna ao inicio, e faz uma segunda passagem cronometrada pelo percurso rápido, na mesma direção.

Regras Especiais

No percurso lento
- O piloto deve atingir todos os quatro bastões no curso lento.
- O relógio começa no momento em que o piloto chuta a primeira vara e para no momento em que chuta a quarta vara.
- O piloto tem 3 tentativas de chutar a primeira vara em cada corrida.
- Se o piloto perde o segundo ou terceiro bastão então ele é considerado 'muito alto', pena de 50% para cada bastão perdido.
- Se o piloto ou qualquer parte de seu paramotor tocar o chão ou a quarta vara for perdida: Vp2 = nulo e Ep = zero
- Se o piloto ziguezaguear: pontuação zero.

No percurso rápido
- O tempo começa ao cruzar o portão de partida e termina quando cruzar o portão de chegada (sem chutar vara) como informado.

- Se o piloto ou qualquer parte de seu Paramotor toca o solo: penalidade de 50%

- O piloto tem até três tentativas de cruzar o portão de chegada para parar o temporizador.

Pontuação

Q = TSlow / TFast
Pilot score = 1000 x (Q/Qmax)

Onde:
TSlow = tempo decorrido do piloto no curso lento
TFast = tempo decorrido do piloto no curso rápido.

4.7 O OITO

Descrição do percurso

O curso consiste num alvo central e outros dois bastões ou dois pilares com 50m de distancia em ambos os lados.

Voando o percurso
O piloto entra no curso como indicado pela seta e atinge o alvo central. Neste momento, o relógio começa. O piloto voa em torno do pilar à frente dele no sentido horário (strike 2), em seguida, atinge o alvo (strike 3), depois contra o outro pilar no sentido horário (strike 4) e atinge o alvo central (strike 5). O curso é repetido duas vezes, o relógio para no 9º strike.

Regras Especiais

- Um strike no primeiro alvo inicia o temporizador, strike no ultimo alvo pára o relogio.

- Os pilotos tem apenas uma tentativa de golpear cada alvo, exceto para o primeiro e o último alvo, nos quais são permitidas três tentativas de cada.

- Se qualquer parte da aeronave tocar em um pilar inflável: pontuação zero.

Voar a prova
O piloto entra no curso como indicado pela a seta e atinge o alvo central (alvo 1). 
Neste ponto o relógio começa. 
O piloto voa em torno o pilão pela frente no sentido horário (alvo 2), em seguida, atinge o alvo (alvo 3), depois o outro contador de pilão no sentido horário (alvo 4) e atinge o alvo central (alvo 5). O curso é repetido duas vezes, o relógio pára em (alvo 9). 
O curso pode ser levado em um padrão de imagem de espelho consistente com a descrição acima. 
Se informado, o curso pode ser voado apenas uma vez, acumulando um total de 5 alvos possíveis.

Regras Especiais

O toque no alvo 1 começa o relógio, e o toque no último alvo pára o relógio.
Os pilotos podem ter apenas uma tentativa de golpear cada alvo, exceto para o primeiro e o último alvos serão permitidas 3 tentativas de cada. 
Qualquer parte da aeronave tocar em um pilão inflável: marcar zero.

Pontuação = FAI - Section 10 - Anexo 4

4.8 PRECISÃO DE PARABALL

Objetivo

Entregar a bola no alvo (cesta ou buraco) ou o mais próximo possível dele, seja carregando ou batendo com os pés, o mais rápido possível.

Descrição

O alvo é um buraco ou uma cesta ente 0.5-2m de diâmetro. O ideal é uma mescla de buraco e cesta; um buraco com bordas entre 20-50 cm acima do solo. A estrutura deve ser leve por motivos de segurança mas forte o suficiente para segurar a força de uma bola voando e para manter as bolas dentro.

Entre 3-5 bolas leves ou meio vazias de tamanhos diferentes são colocadas contra o vento a partir do alvo nas posições iniciais marcadas. A distancia entre as bolas e o alvo deve ser entre 20-50m.

O piloto de aproxima da bola, a recolhe com os pés e a carrega até a cesta. Uma alternativa é o piloto chutas a bola ao alvo. Esse processo se repete até todas as bolas estarem na cesta ou até o tempo acabar.

Existe um prazo máximo definido de tarefas. O temporizador se inicia com o toque na primeira bola, a primeira tentativa de tocar na bola ou ao passar a primeira bola. O tempo termina quando a última bola entrar no alvo (ou quando o tempo limite máximo é atingido).

A pontuação é baseada no tempo levado do inicio da tarefa até todas as bolas estarem dentro do alvo. Se o limite de tempo máximo é atingido, o número de bolas no alvo é contado e as distâncias das bolas restantes do alvo são medidas.
Regras Especiais

Não há limites para o número, ângulo, velocidade ou altura de abordagens para as bolas e a técnica para bater ou carregar as bolas.

Bolas devem permanecer no alvo. Saltar para fora do alvo dará o resultado de acordo com a distância a partir do alvo.
O piloto pode entrar em contato, e seguir em frente, no chão, mas a asa não pode tocar o chão antes de o tempo acabar. A penalidade se a asa tocar o solo antes do final do prazo = marcar 0 para o tempo.

O limite máximo de tempo atribuído a esta tarefa depende da quantidade de bolas, distâncias, as propriedades das esferas, alvo, dimensão e condições de tempo. Por exemplo, 3 bolas tem   um limite de tempo adequado de 3 ou 4 minutos.

O prazo máximo é sinalizado por um marechal com uma bandeira (vermelha). Os resultados são, então, medidos a partir deste estado. Se um piloto está carregando uma bola quando o tempo limite é atingido, é permitido até 30 segundos de tempo extra para entregar a bola no alvo. Este tempo extra termina quando o piloto ao lado deixa a bola cair, dando ao piloto uma chance para colocar a bola no alvo. Os pilotos devem desembarcar na plataforma de desembarque logo após a tarefa ser executada. Os pilotos devem, em seguida, remover todos os seus equipamentos da área da tarefa imediatamente.

Pontuação

Bolas entregues dentro da cesta vão marcar a pontuação máxima.

Bolas dentro de um raio de 5 metros do centro da cesta: 50% da pontuação da bola.

Bolas movidas da sua localização inicial mas fora do raio de 5m: 20% da pontuação.

Bolas não movidas da sua posição original: nenhum ponto.

N = bolas carregadas dentro da cesta menos as penalidades dependendo da posição da bola

T = tempo em segundos do sinal inicial até o final da tarefa.

Pq = 700 * N / Nmax

Ps = 300 * (180 – T + Tmin)/180

Q = Pq + Ps

P = 500 * (Q / Qmax)

4.9 CONTROLE DE PRECISÃO DA ASA

Objetivo

Aterrissar e exibir controle preciso da asa antes de decolar novamente.

Descrição

Esta tarefa normalmente será voada em que um lançamento reverso seja possível.

Um percurso em linha reta que consiste em dois alvos é definido para ser enfrentado aproximadamente no vento. A distância entre os alvos é arbitrário mas devem ter um intervalo mínimo de 100 metros.

O piloto entra no percurso no vento. Eles têm que acertar o primeiro alvo para começar o seu tempo. Trazendo a asa completamente para repousar no chão com as linhas a vista para que enfraqueçam.

Quando o marechal confirmar que as linhas estão frouxas eles vão mostrar uma bandeira verde como sinal de que o piloto pode decolar novamente.

Em seguida o piloto irá lançar e chutar o segundo bastão para parar o temporizador.

Regras Detalhadas

- Um ataque ao alvo válido é:

Qualquer um onde o piloto ou o paramotor foi claramente observando tocando-o.

Ou quando se utiliza de sensores eletrônicos que foram mostrados e cumprem as normas padrão, um ataque válido é aquele que foi registrado pelo dispositivo.

- O relógio começa no momento em que o piloto acerta o primeiro alvo e termina assim que acerta o último.

- O piloto tem três tentativas de acertar cada alvo.

- Se o piloto relançar a asa antes de a bandeira verde ser mostrada pelo marechal irá levar uma penalidade de 100% na tarefa.

- Se o lançamento falhar  o piloto pode tentar novamente quantas vezes forem necessárias desde que dentro do tempo limite especificado.

- O tempo máximo permitido, por piloto, para conclusão do percurso é de 3 minutos.

Pontuação

Q = 250 * (Tbest/Tpil)

Onde
Tpil = o tempo do piloto e 
Tbest = o melhor tempo

4.10 CONTROLE DE PRECISÃO DA ASA (Kite - Domínio de Vela)

Objetivo

Aterrissar e exibir controle preciso da asa antes de decolar novamente.

Descrição

Um percurso em linha reta que consiste em dois alvos é definido para ser enfrentado de frente para o vento. A distância entre os alvos é arbitrário mas devem ter um intervalo mínimo de 200 metros.

No ponto central aproximado entre os alvos, um mínimo de cinco pinos são dispostos alinhados aos alvos, afastados 2 metros um do outro. Esses pinos são pequenos cones de plástico do tipo usado no treinamento esportivo.

O piloto entra no percurso contra o vento. Eles têm que acertar o primeiro alvo para começar o seu tempo. Logo, devem aterrissar antes do primeiro pino mantendo a asa no ar acima da cabeça.

Enquanto mantem a vela na cabeça, os pilotos devem caminhar ou correr o percurso de pinos, volvendo em direções alternadas ao redor de cada um para seguir o percurso de slalom.

O corpo do piloto deve ser observado claramente para passar fora da linha de pinos ao fazer cada volta, e eles não devem tocar em nenhum dos pinos.

Depois que os pilotos passarem o último pino eles devem decolar o mais rápido possível para atingir o segundo alvo e parar o temporizador.

Regras Detalhadas

- Um ataque ao alvo válido é:

Onde o piloto ou o paramotor foi claramente observando tocando-o ou quando se utiliza de sensores eletrônicos que foram testadoss e cumprem as normas padrão, um ataque válido é aquele que foi registrado pelo dispositivo.

- O relógio começa no momento em que o piloto acerta o primeiro alvo e termina assim que acerta o último.

- O piloto tem três tentativas de acertar cada alvo.

- O piloto pode desviar para a direita ou para a esquerda ao redor do primeiro pino, desde que a direção da curva nos pinos subsequentes sejam alternadas.

- Se a asa cair no chão enquanto o piloto está executando o percurso de slalom eles podem relançar quantas vezes forem necessárias desde que dentro do tempo limite especificado.

- O tempo máximo permitido, por piloto, para conclusão do percurso é de 3 minutos.

- Os pinos que tocarem no corpo do piloto serão desconsiderados e perdidos.

- Cada vez que o piloto falhar em sair fora da linha de pinos será considerado como um alvo perdido.

Pontuação: FAI - Section 10 - Anexo 4 

  • Apoio
    • Entidades
  • Realização
    • FEPARJ
  • Produção
    • Paramotor Saquarema

Informações: FEPARJ (Willian) (22) 999289992 will_macae@hotmail.com

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